A nossa história.

A GENESIS nasceu muito antes de ter um nome.

Nasceu da vontade de preservar o que o tempo tende a apagar: as histórias das pessoas, mesmo das que não chegamos a conhecer; dos lugares a que pertencemos, mesmo sem lá termos estado; e as memórias que passaram de geração em geração até começarem a perder os contornos.

O que começou como um interesse pessoal pela genealogia transformou-se, ao longo dos anos, numa prática de investigação cada vez mais exigente. A curiosidade deu lugar ao método. A procura de respostas tornou-se uma forma de preservar a memória.

Hoje, a GENESIS alia investigação genealógica e evidência documental a uma abordagem profundamente humana. Cada projeto é desenvolvido com respeito pela singularidade de cada família e pelo valor das histórias que a ligam às suas origens.

Porque no final não entregamos apenas árvores genealógicas.

Entregamos histórias, memórias e um património familiar que pode continuar a ser transmitido.

 

Missão

Devolver às pessoas a história da sua família através de investigação autêntica, conduzida com sensibilidade e respeito pela singularidade de cada percurso.

Visão

Que nenhuma história de família se perca e que cada pessoa possa reconhecer nas suas origens uma parte de quem é

Os nossos valores

Autenticidade

Investigamos com fidelidade à evidência documental. Cada conclusão assenta em fontes verificadas e nunca em especulação.

Sensibilidade

Cada família confia-nos uma parte da sua história. Tratamo-la com respeito, discrição e consciência do seu valor humano.

Singularidade

Não existem duas histórias iguais. Cada investigação é desenvolvida respeitando o percurso único de cada família

Os nossos valores

Autenticidade

Investigamos com fidelidade à evidência documental. Cada conclusão assenta em fontes verificadas e nunca em especulação.

Sensibilidade

Cada família confia-nos uma parte da sua história. Tratamo-la com respeito, discrição e consciência do seu valor humano.

Singularidade

Não existem duas histórias iguais. Cada investigação é desenvolvida respeitando o percurso único de cada família

Histórias que já contamos.

Foram muitas e diversas, tal como o percurso de cada família. Respondemos a muitas perguntas, acrescentamos detalhe e valor a cada história.

A avó Carolina foi sempre uma grande contadora de histórias. 

Quando começou a perder a memória era preciso pegar em tudo o que havia contado sobre a sua vida e da família e tentar dar-lhe realidade, não só porque eram importantes para ela, mas tambem porque alguém tinha de continuar a contá-las. 

A investigação documental de 5 gerações, portanto 62 pessoas, é um processo muito exigente por vários motivos: porque recuamos no tempo até 1826 e quanto mais antigos mais dificeis de encontrar, ler e confirmar são os documentos; porque em 200 anos as pessoas mudam de sítio e o rasto em papel é mais dífícil de encontrar; porque no contexto histórico português as colónias, o fim da monarquia, a ditadura e a revolução tiveram grande impacto no registo  e arquivo documental pela dispersão da documentação provocada. Não só foram documentadas as 5 gerações desta família e construída a árvore genealógica como, posteriormente, foi criado um maravilhoso Livro de Família. 

A construção da árvore genealógica deu à família a oportunidade de relembrar momentos, de descobrir pessoas e contextos, mas sobretudo garantiu que as histórias da avó não se vão perder. 

A avó que perdeu a memória.

Uma menina nasceu em Novo Redondo, Angola (hoje Sumbe, Angola) filha de uma família originária da Serra da Estrela. Sem testemunhas vivas com quem falar, quis perceber como, quando e porque teria a família saído da terra para se estabelecer em Angola.

Foi possível rastrear esta história até 1864, data em que um Seiense se estabelece em Novo Redondo ao abrigo de benefícios dados pelo Estado para a instalação de portugueses nas colónias. O agora comerciante em Angola vai chamando para trabalhar pessoas da sua confiança, encontramos assim várias cartas de chamada e passaportes para elementos da mesma família ou aldeia. Documentar movimentos migratórios neste contexto é particulamente complexo primeiro  porque a extinção do Governo Civil em Portugal dispersou a documentação por várias entidades e arquivos, depois porque a descolonização e guerra civil em Angola destruiram boa parte dos registos.

A menina é a 5ª geração da família presente em Novo Redondo.

O primeiro emigrante.

Esta história começa aqui.

Marque a primeira conversa e traga as suas perguntas.

Se não tiverem resposta imediata mostramos-lhe o caminho a seguir.